Furacão 2000 virá com trio elétrico para o pré-réveillon de Maricá

Para celebrar a entrada de um novo ano na cidade maricaense, a festa que já começa na próxima sexta-feira, 30, terá um trio elétrico da Furacão 2000.

A equipe de funk irá se apresentar no pré-réveillon do município que acontece em um palco montado na altura da Rua 13, na Barra de Maricá.

O trio elétrico promete movimentar e trazer muita animação para quem comparecer nessa grande festa de pré-réveillon.

 

 

Fonte: https://leisecamarica.com.br/noticia/46006/furacao-2000-vira-com-trio-eletrico-para-o-pre-reveillon-de-marica

Após sete anos fechado, Olimpo anuncia reabertura com novo nome e fãs celebram nas redes sociais

Após sete anos fechado, o Olimpo, uma casa de shows que marcou época nos anos 2000 e 2010 na Zona Norte do Rio anunciou o retorno das atividades no próximo ano.

Localizado no mesmo endereço, na Vila da Penha, o estabelecimento agora será rebatizado com o nome Rio Music e terá sua estrutura reformada para a reestreia.

 

Na sua época áurea, a casa noturna já foi palco de shows que acabaram entrando para a história da música produzida no Rio durante o período. Em 2002, o CD e DVD “Ao Vivo no Olimpo”, do Grupo Revelação, vendeu 700 mil cópias, rendendo um disco de platina duplo. O espaço também recebeu inúmeros eventos de funk, como bailes da Furacão 2000, que também gravou DVDs no local.

O anúncio do retorno para 2023 foi recebido com saudosismo pelos antigos frequentadores da casa, que reagiram com emoção e euforia nas redes sociais.

“Até que enfim uma boa notícia.. O Olimpo vai voltar, gente. Mal posso esperar por esse momento”, celebrou a auxiliar administrativa Julia Moraes, de 29 anos, nas suas redes sociais.

Ao g1, a Julia disse que espera com euforia pela abertura dos portões do Rio Music. A jovem disse que tem certeza que a casa vai fazer sucesso com os mais novos, assim como fez no passado, a geração dela.

“Eu ia quase todo final de semana e era sempre muito divertido, porque era uma casa de show voltada pro público da Zona Norte. A gente não precisava ir até a Zona Sul ou na Barra pra ir em um lugar bacana. Eu sei que vai ser um sucesso, mesmo com quem não conheceu o antigo Olimpo”, afirma.

A casa marcou um tempo de festas e diversão de uma geração de jovens dos anos 2000 a 2015, quando encerrou suas atividades. Por conta disso, a população que comparecia aos eventos resgata da memória histórias guardadas com carinho e, até mesmo, um pouco de graça.

 

“Eu gostava tanto de lá, que acabei sendo contratada para trabalhar como segurança. Mas não deu muito certo, porque eu esquecia que estava trabalhando e comecei a beber e dançar no meio do expediente”, relembra a decoradora de festas Erika Prudêncio, de 45 anos.

 

 

“Volta, Olimpo, volta! Era minha vidaaa. Sei que não vai ser a mesma coisa, mas vai ser bom demais”, pede a decoradora.

O Rio Music chega como uma opção e lazer importante para o público jovem da região, que deseja mais atividades culturais que possam ser acessíveis a todas as classes, opina o motoboy Rodrigo Ventura, de 33 anos.

“As boates mais badaladas, não estão aqui [na Zona Norte]. Pra ir num showzão precisamos ir na Barra, na Zona Sul, aí acabamos refém do transporte difícil na ida e da volta. Aqui, nós temos alguns ambientes divertidos, que trazem lazer pra população, mas ainda são muito limitados, pequenos. Eu tiro o chapéu pra volta do Olimpo. Tiro o capacete também”, brinca.

O Rio Music tem previsão de reabrir em março, com capacidade para seis mil pessoas. A nova gestão afirma que focou na segurança do ambiente, instalando 16 portas de emergência e quatro acessos ao local.

 

Fonte :

 https://g1.globo.com/google/amp/rj/rio-de-janeiro/o-que-fazer-no-rio-de-janeiro/noticia/2022/12/25/apos-sete-anos-fechado-olimpo-anuncia-reabertura-com-novo-nome-e-fas-celebram-nas-redes-sociais.ghtml

 

Prefeitura de Maricá contrata Furacão 2000 para festa de pré-réveillon da cidade

Prefeitura de Maricá contrata Furacão 2000 para festa de pré-réveillon da cidade

A equipe de funk irá se apresentar no pré-réveillon do município no dia 30 de dezembro, na Barra de Maricá.

A Prefeitura de Maricá anunciou a programação de ano novo da cidade nesta terça-feira, 20, e entre as atrações está o Trio elétrico Furacão 2000.

A equipe de funk irá se apresentar no pré-réveillon do município no dia 30 de dezembro, em um palco montado na altura da Rua 13, na Barra de Maricá.

O grupo irá encerrar o evento, que começará com show de diversas escolas de samba, entre elas a União de Maricá, a Império Serrano e a Estação Primeira de Mangueira.

 

Fonte : https://leisecamarica.com.br/noticia/45952/prefeitura-de-marica-contrata-furacao-2000-para-festa-de-pre-reveillon-da-cidade

Feliz Aniversário RÔMULO COSTA

“Hoje é o dia dele, do meu amor, do cara mais legal do planeta Terra, mais generoso e gentil. Meu maridão, meu companheiro de vida, que há mais de 20 anos (ininterruptos) me ensina o que é amar e ser amada. Que me deu o meu maior presente e o mais valioso: a nossa pequena gigante Yasmin.Que orgulho eu tenho de vc, do seu caráter, da sua genialidade, do seu coração, da sua sensibilidade com tudo e todos. Como é bom dividir a vida com vc!Sabemos que viver a dois não é uma tarefa fácil, mas nós tb sabemos como driblar cada obstáculo, como desviar de toda inveja lançada e de toda mentira que já nos imputaram.Ahhh se eles soubessem como somos parceiros e unidos, não perderiam tanto tempo da vida tentando nos atingir. Mas Deus sabe e Ele nos honra.
Só peço ao Pai que te dê mais e mais saúde, que vc possa viver a vida sempre da melhor forma, com muita benção, muito AMOR e PAZ.
Vc merece o que existir de mais lindo.
Que Deus te abençoe e abençoe tb a nossa família.
Que o seu dia seja mais do que especial e cheio de luz.”
By Priscila Nocetti

Funk.doc: Popular e proibido apresenta o histórico do gênero musical

HBO Max lança a série documental Funk.doc: Popular & proibido, que mostra a história do funk sob a perspectiva dos funkeiros

Por Pedro Ibarra

“Eu só quero é ser feliz / Andar tranquilamente na favela onde eu nasci / E poder me orgulhar /E ter a consciência de que o pobre tem seu lugar”, cantavam Cidinho & Doca em 1995. O clamor vinha embalado pelo ritmo do funk brasileiro, um gênero que havia conquistado as periferias cariocas e se expandia para todo o Brasil. Atualmente, um dos ritmos mais ouvidos no país, o funk, é destrinchado pelo documentarista Luiz Bolognesi na série Funk.doc: Popular & proibido, estreia da HBO Max na próxima terça-feira.

A história do gênero que começou em bailes que tocavam James Brown nos anos 1970 é construída como uma grande linha do tempo e contada pelos nomes que marcaram época desde os melôs até os dias atuais. De Mr.Catra e Valesca Popozuda, passando por Cidinho, Buchecha, chegando MC Guimé, MC Carol, Rebecca e Ludmilla, Bolognesi abre o livro do gênero que, assim como o título diz, vive na área cinza entre o popular e o proibido.

Antropólogo, Luiz Bolognesi iniciou o projeto há aproximadamente 7 anos, quando decidiu que queria entender o movimento que estava tomando conta da música brasileira. “Musicalmente me agradava, mas algumas letras me assustavam”, conta. Foi dessa curiosidade, que o cineasta decidiu ver o gênero musical por uma outra perspectiva, a de quem fez o funk acontecer. “Queria entender e mostrar de onde ele nasceu, como ele nasceu, por que esse nome”, lembra

Para fazer da ideia uma possibilidade, o documentário decidiu passar o microfone para quem já está habituado a usá-lo no funk. “Ao invés de eu fazer um documentário que eu estudo e explico, quem conta história é quem faz o funk. Os dançarinos, os estudiosos, os MCs e os Djs”, explica. Ele se preparou para fazer a série, mas decidiu que a melhor ótica para contar essa história é a de quem viveu. “Passei mais de 8 meses em pesquisa, lendo e fazendo pré-entrevistas. Porém, o documentário é abrir a câmera e fazer perguntas que eu nunca imaginaria as respostas”, completa.

Esse formato fez com que ele abrisse os olhos e entendesse novas realidades possíveis para além do que vive. Nomes que começaram lá no DJ Marlboro, mas chegam até os atuais MC Don Juan, estouraram a bolha em que Luiz estava. “Quando eu estava fazendo as entrevistas, estes meus preconceitos de homem branco de classe média foram sendo bombardeados pelas narrativas que as pessoas que fazem o funk me proporcionaram e isso tudo foi de câmera ligada”, afirma. “A série é isso, esse processo de escutar o que essa gente tem a dizer. Eles são brilhantes, são grandes artistas, com brilho nos olhos e que contam excelentes histórias”, reflete.

O documentarista acredita que para além da finalidade de reviver a história do funk, o seriado serviu para bons contadores de histórias compartilharem vivências. “Eu gostei demais de fazer. O difícil era cortar a câmera e encerrar a entrevista. Dava uma hora ou uma hora e meia de entrevista e a equipe avisava que acabou, mas eu queria mais”, diz Bolognesi, que já tem a pretensão de continuar. “O funk muda a cada seis meses, então a gente para dar conta do que ele se tornou da pandemia para cá, só se chegarmos à segunda temporada. Que eu quero fazer já já”, conclui.

 

Fonte : https://blogs.correiobraziliense.com.br/proximocapitulo/funk-doc-popular-proibido-apresenta-o-historico-do-genero-musical/amp/

Uh, Uh, papai chegou!

A palavra pai no dicionário conta com várias definições. Pode ser aquele que teve
filhos, ou aquele que mesmo que não tenha relação biológica foi o responsável pela
sua criação, ou ainda alguém que simplesmente criou algo. Rômulo Costa pode
dizer com orgulho que se encaixa em todas as definições, afinal, ninguém ganha o
apelido de paizão à toa.
Seu primeiro filho foi responsável por escrever sua história, por apresentá-lo ao
mundo, por definir a sua missão. A Furacão 2000, sua criação, surgiu quando
Rômulo ainda era muito jovem e havia chegado ao Rio de Janeiro do interior de
Minas Gerais, repleto de sonhos. Em parceria com Gilberto Guarani, eles fundaram
a “Som 2000”, que mais a frente, se tornou a Furacão 2000 e nos apresentou o
funk, tal qual conhecemos hoje, revolucionando o cenário musical no Brasil.
Na vida pessoal, Rômulo também deixou o seu legado como pai. Seus quatro filhos,
Junior, Jonathan, Jennifer e a caçula, Yasmin. Apesar da infância humilde, foi
graças ao seu caráter visionário e empreendedor, que o paizão pôde proporcionar
uma vida melhor não somente aos seus próprios filhos, mas também a milhares de
filhos de outras famílias.
Rômulo Costa mudou a realidade dos jovens com seu trabalho. Ao cruzar com ele
em algum lugar, é difícil até mesmo ouvir seu nome, afinal, o apelido de “paizão” é
unanimidade entre todos que o conhecem. Foi com seu espírito inovador que ele
lançou inúmeros discos, cds, dvds, apresentou programas no rádio e na tv
revelando para o mundo grandes nomes do cenário musical. Todo esse sucesso
veio acompanhado de muito trabalho, muita persistência e, em alguns momentos,
custou até mesmo a sua liberdade. Mesmo assim, desistir nunca foi uma opção.
Se tem uma lição que Rômulo Costa deixa de pai para filho é acreditar nos seus
sonhos. Foi assim que na época em que os bailes funks foram proibidos na cidade
do Rio de Janeiro, o paizão organizou uma campanha de doação de sangue para o
Hemorio a fim de mostrar para as autoridades que o funk era um movimento de
“responsa”. A partir daí, o empresário começou a mostrar para o mundo a cultura
que existia dentro das comunidades cariocas. “Com o Festival de Galeras
começamos a incentivar os Mcs a cantarem em português, compondo suas próprias
letras. O funk chegou a ser proibido, tive que procurar as entidades para discutir o
racismo e o preconceito contra o ritmo. A cultura do funk é a cultura do Rio de
Janeiro, principalmente, dos morros. O funk ocupou seu espaço mesmo sem o
apoio da mídia. Nós mudamos o referencial dentro das comunidades”, conta com
orgulho.
Ao longo de sua jornada, não é difícil perceber a presença da família. A esposa,
Priscila Nocetti contou com o incentivo de Rômulo para se tornar apresentadora e
cantora, liderando o movimento funk ao seu lado. Jonathan virou Mc quando ainda
era uma criança e segue no meio funk até hoje. Durante a pandemia, Rômulo dividiu
a apresentação de lives com a presença da caçula, Yasmin. Nunca foi raro observar
seus filhos ao seu lado em gravações de programas de tv ou rádio. Mais do que

momentos em família, é assim que Rômulo divide seus valores e mostra para os
filhos que é preciso trabalhar duro e batalhar por seus sonhos.
Hoje, o empresário pode dizer que é um dos precursores de um dos ritmos mais
populares do Brasil. O funk domina as plataformas digitais e redes sociais. É capa
de revista, trilha de novela. Com a popularização, veio, enfim, o respeito merecido.
Com a PL 4124/08, o funk passou a ser reconhecido como manifestação popular
digna do cuidado e proteção do Poder Público. O texto assegura que os artistas
terão seus direitos respeitados, bem como o movimento funk é livre para realizar
suas atividades e manifestações, como festas, bailes e reuniões.
Não restam dúvidas de que o funk chegou longe graças à visão e persistência de
Rômulo Costa. Foi assim que ele trouxe oportunidades para jovens marginalizados
e mudou não somente a sua realidade, mas a de milhares de pessoas. Por isso,
nada mais justo do que homenageá-lo como o grande paizão que ele é.
Neste domingo, aproveite bastante o dia ao lado de quem é especial para você.
Seja pai, mãe, avó ou avô, ou quem se faz presente no seu dia a dia cumprindo
esse papel. Valorize quem te incentiva a buscar seus sonhos, quem segura a barra
quando nada parece dar certo. Amor e carinho são de graça e tem um valor
inestimável. Busque ser exemplo para aqueles que você ama.
Um feliz Dia dos Pais para toda massa funkeira!